
Como a vida é engraçada né? Mesmo quando você não vê motivo algum para sorrir, bate aquela vontade imensa de soltar gargalhadas! O mesmo acontece com o choro, a lágrima. Apesar de não motivo aparente para derrubá-las, você ainda assim sente vontade de chorar. É, eu quero chorar. E muito!
Eu não consigo achar que estou bem. Quanta melancolia, Jesus... Eu devia agradecer por tudo que tenho, mas ainda assim não me conformo! Não me conformo meeesmo, não me contento com pouco. Porém descobri que não só não me contento com pouco, eu simplesmente não irei me contentar com nada que não seja aquilo, o específico!
As aparências enganam tanto, a satisfação demooora pra vir e a tristeza não me larga! Não sei oq fazer pra reverter todo esse quadro, não vou pagar 100 reais pela terapia, tá louco? Eu quero tanto alguém que se encaixe, ponderadamente, no padrão que idealizei.. É pedir muito? Eu tô cansada de nunca fazer o suficiente, de ficar com os restos, de me afetar com qualquer suspiro alheio. Quero avançar até o final dessa história, só pra saber com clareza como tudo vai ficar. Odeio as entrelinhas e a ansiedade que acaba com as minhas unhas. Eu tô cansada desse presente, com saudade do passado e louca pra saber oq de fato ocorrerá nesse bendito futuro. Quero pular todos esses atalhos e chegar logo no resultado final. Sou afobada sim, ao extremo. Tô de saco cheio das coisas como estão. Sou melancólica sim, fooooooda-se! Não tô exclamando por sua atenção. E sim, sou ignorante, pq tô cansada de ver todo mundo soltando essas gargalhadas sem motivo algum. Odeio felicidade instantânea, quero felicidade profunda, será que também é pedir muito?
Carioca, canceriana e vascaína. Em seus 22 anos de vida pouca coisa mudou. Quando nada parece dar certo, recorre à dança ou seus fones de ouvido buscando relaxar e talvez isso a tenha levado até a Educação Física onde, neste semestre, apresentará a monografia. Talvez esteja causando-lhe ansiedade múltipla, talvez seja o medo de não ter pra onde correr, porque sim, cara amiga, você está crescendo e, obrigatoriamente, amadurecendo. Suas crises repentinas de baixa auto estima a presentearam com o desejo incansável de fotografar e assim ela o faz tentando reproduzir tudo o que seus olhos enxergam por aí. Escrever em meio disso tudo é um hobby que ela não pensa em abandonar, jamais.
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