Queria ter ido pro Maraca, mas não rolou. A parada era ir pra festa mesmo, apesar de eu não ter conseguido fazer nem uma, nem a outra coisa que eu queria. Enfim, rolou de tudo, menos festa. Isso que dá quando se junta adolescentes infantis e bebida num lugar onde o que deveria prevalecer seria a calmaria. O fato é que, dentro do possível, me diverti. Apesar do cheiro de cigarro, da menina trêbada, da lesbicidade no banheiro e do porradeiro por motivo confuso. Principalmente pela dúvida que ainda reina na minha cabecinha. E como já era de se esperar com oq aprendi a um tempinho atrás, eu acho que mais uma vez vou desistir das coisas que sempre quis. Talvez seja a melhor opção, talvez não. Mas quem sabe? NINGUÉM. E isso me deixa em cólicas, assumo. Aah, vou terminar o texto, não estou querendo falar mais nada. Deixe que o tempo dirá por mim. :*
23 agosto 2009
21 agosto 2009
sexta-feria chuvosa.
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Vinte e um de agosto. Para mim é o dia mais masculino que há. Sim, eu caracterizo coisas que não possuem características aparentes, algum problema? Não sei qual o motivo ao certo, mas deve ser porque hoje é aniversário do meu velho (41 anos, com carinha criança) e do meu querido Clube de Regatas Vasco da Gama, de fato o melhor time, na primeira divisão ou não. Passei o dia arrumando a casa. Fiz bolo pro papai, mas acho que ele preferiu pizza e bolinhos de queijo ._. é, meu pai é bem sincero. Amanhã tem Vascão no Maracanã (...) contra quem? IPATINGA; tá, grande coisa. Sendo que amanhã tem festa aqui no condomínio, e pode ser que algo importante aconteça para mim. Decisões poderão ser tomadas, mas enfim, não pretendo me precipitar! Para quem já esperou quase dois anos, alguns dias não farão tanta diferença. Ou farão? Sim, eu não sei a resposta, e pretendo não pensar tanto nisso, afinal certas preocupações acabam conosco. Meu pescoço é um exemplo nato de que torcicolo é sim causado por tensão. Aqueles sete dias que tive de férias, diante dos mais de trinta que todos os seres normais tiveram, não deu para descansar! E só de saber que as aulas não terão fim até janeiro, é doloroso demais! Crescer com certeza não é fácil! Nada que realmente queremos é fácil. Então respondo sua pergunta V. 'Por que tem que ser assim?' - Porque senão, não daríamos o valor que cada detalhe tem. E com o passar desses quase dois anos, para ser mais exata 21 meses, pude entender o que sinto sinceramente por certas pessoas, que vivem ou não comigo, que fizeram ou não parte da minha vida, e a elas posso apenas entregar meu carinho ou minha indiferença. Com certas conclusões, precipitei atitudes, amadureci em alguns pontos e posso até afirmar que me arrependi em certos momentos, mas não de ter dito, e sim de não ter ponderado algumas frases. A partir de então, farei o que for necessário para progredir sempre, e com certeza me tornarei alguém melhor do que hoje sou. :*
20 agosto 2009
Iniciante.
Estava meio perdida no tédio da internet e após ler uns blogs de pessoas que já fizeram parte do meu dia-a-dia, fiquei impressionada em como a vida de cada um daria um belo livro. A minha não é tão interessante como essas que li, mas de fato daria um livro, daqueles de romance que ficam na cabeceira da cama, esperando para serem lidos antes de dormir. É meio nostálgico pensar que a vida de qualquer ser seja guiada por um único propósito. Então de certo modo, minha vida é uma nostalgia pura. (...) Muitos dizem que tudo isso é ordem do destino; outros preferem jogar a culpa na maldita 'perda de tempo/falta do que fazer'. Eu sinceramente não faço ideia do porquê agir assim, e me prender tanto aos meus sentimentos, que para mim são sim, uma das coisas mais importantes que tenho e que posso dividir. Há também quem diga que tem muito haver com o nosso signo, e se for para acreditar nisso, acredito, rs. Como uma 'típica canceriana', me deixo guiar pelo amor. E às vezes, viro lua com diversas fases se esse mesmo sentimento alternar durante o tempo. Enfim, para começo de blog, vou ficando por aqui. Assim como tudo em minha vida, não sei por quanto tempo irá durar, mas espero sinceramente que dure o suficiente para eu ter onde desabafar.
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Carioca, canceriana e vascaína. Em seus 22 anos de vida pouca coisa mudou. Quando nada parece dar certo, recorre à dança ou seus fones de ouvido buscando relaxar e talvez isso a tenha levado até a Educação Física onde, neste semestre, apresentará a monografia. Talvez esteja causando-lhe ansiedade múltipla, talvez seja o medo de não ter pra onde correr, porque sim, cara amiga, você está crescendo e, obrigatoriamente, amadurecendo. Suas crises repentinas de baixa auto estima a presentearam com o desejo incansável de fotografar e assim ela o faz tentando reproduzir tudo o que seus olhos enxergam por aí. Escrever em meio disso tudo é um hobby que ela não pensa em abandonar, jamais.