Eu sei que você não vai querer me ouvir, me ver e fará o possível para esquecer esses últimos 14 meses em que construímos nossa história. Eu sei também que nada que fizermos apagará o que ficou marcado. A gente vai deitar a cabeça no travesseiro afim de fingir que "tá tudo bem, vai passar", mas não vai. Um buraco vai se abrir e a cada dia a ferida vai doer, porque sabemos que o nosso amor é maior que tudo! (...) Eu não sabia disso até ser obrigada a deixar você ir. Eu tinha muitas dúvidas, minha insegurança provocou muitas delas e precisei que você desenhasse algumas vezes para que eu pudesse entender que tudo o que eu sinto é devolvido na mesma intensidade, por você.
29 março 2014
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Carioca, canceriana e vascaína. Em seus 22 anos de vida pouca coisa mudou. Quando nada parece dar certo, recorre à dança ou seus fones de ouvido buscando relaxar e talvez isso a tenha levado até a Educação Física onde, neste semestre, apresentará a monografia. Talvez esteja causando-lhe ansiedade múltipla, talvez seja o medo de não ter pra onde correr, porque sim, cara amiga, você está crescendo e, obrigatoriamente, amadurecendo. Suas crises repentinas de baixa auto estima a presentearam com o desejo incansável de fotografar e assim ela o faz tentando reproduzir tudo o que seus olhos enxergam por aí. Escrever em meio disso tudo é um hobby que ela não pensa em abandonar, jamais.