"O amor é tão mais fatal do que eu havia pensado, o amor é tão mais inerente quanto a própria carência, e nós somos garantidos por uma necessidade que se renovará continuamente. O amor já está, está sempre. Falta apenas o golpe da graça que se chama paixão." (Clarice Lispector)
09 dezembro 2010
04 dezembro 2010
Monstro
A verdade é que ninguém se importa completamente conosco mais do que nós mesmos. A verdade é que o outro sempre estará errado enquanto estivermos certos e que se alguém ousar lhe contrariar, estará tão errado quanto o outro. Na verdade, ninguém quer viver na tristeza, ninguém quer descobrir que há um real monstro dentro de si, causador de problemas, indiferenças e discórdia. Ninguém quer ser quem realmente é. E enquanto puder deixar de lado a parte ruim de seu próprio eu, fingirá que tudo está bem.
A verdade é que nada fica bem por muito tempo, porque seu monstro será descoberto. Na medida em que a descoberta é feita, nos sentimos ameaçados e só nos resta reclamar pela felicidade que já se foi.
Diante de suas idas e vindas, de uma coisa passo a ter certeza, às vezes é preciso fazer o que lhe parece incorreto e prolongar sua tristeza, para que futuramente haja uma felicidade repleta, a seguir um verdadeiro roteiro guiado seja lá por quem for e no final continuar flutuando na mesma merda de agora.
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Carioca, canceriana e vascaína. Em seus 22 anos de vida pouca coisa mudou. Quando nada parece dar certo, recorre à dança ou seus fones de ouvido buscando relaxar e talvez isso a tenha levado até a Educação Física onde, neste semestre, apresentará a monografia. Talvez esteja causando-lhe ansiedade múltipla, talvez seja o medo de não ter pra onde correr, porque sim, cara amiga, você está crescendo e, obrigatoriamente, amadurecendo. Suas crises repentinas de baixa auto estima a presentearam com o desejo incansável de fotografar e assim ela o faz tentando reproduzir tudo o que seus olhos enxergam por aí. Escrever em meio disso tudo é um hobby que ela não pensa em abandonar, jamais.