Queria ter ido pro Maraca, mas não rolou. A parada era ir pra festa mesmo, apesar de eu não ter conseguido fazer nem uma, nem a outra coisa que eu queria. Enfim, rolou de tudo, menos festa. Isso que dá quando se junta adolescentes infantis e bebida num lugar onde o que deveria prevalecer seria a calmaria. O fato é que, dentro do possível, me diverti. Apesar do cheiro de cigarro, da menina trêbada, da lesbicidade no banheiro e do porradeiro por motivo confuso. Principalmente pela dúvida que ainda reina na minha cabecinha. E como já era de se esperar com oq aprendi a um tempinho atrás, eu acho que mais uma vez vou desistir das coisas que sempre quis. Talvez seja a melhor opção, talvez não. Mas quem sabe? NINGUÉM. E isso me deixa em cólicas, assumo. Aah, vou terminar o texto, não estou querendo falar mais nada. Deixe que o tempo dirá por mim. :*
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Carioca, canceriana e vascaína. Em seus 22 anos de vida pouca coisa mudou. Quando nada parece dar certo, recorre à dança ou seus fones de ouvido buscando relaxar e talvez isso a tenha levado até a Educação Física onde, neste semestre, apresentará a monografia. Talvez esteja causando-lhe ansiedade múltipla, talvez seja o medo de não ter pra onde correr, porque sim, cara amiga, você está crescendo e, obrigatoriamente, amadurecendo. Suas crises repentinas de baixa auto estima a presentearam com o desejo incansável de fotografar e assim ela o faz tentando reproduzir tudo o que seus olhos enxergam por aí. Escrever em meio disso tudo é um hobby que ela não pensa em abandonar, jamais.
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