18 julho 2010

A fórmula da paixão.

Na adolescência, tudo torna-se intenso demais. É mais fácil se chegar ao extremo. Nossos problemas são os maiores, somos sempre os mais incompreensíveis. Nossos pais? Eles sim não merecem um pingo de nossa compaixão. Aquele 'primeiro amor' será o único, não tem nem porquê tentarmos algo novo, apesar desse nosso amante eterno ser o causador de nossas maiores frustrações e melancolia. Quase morremos pelos mesmos e eles só nos fazem sofrer e sofrer... Fazendo-nos esquecer os momentos de pura felicidade.
É bem fácil colocar a culpa nos hormônios, ou no caso de nós meninas, na TPM, mas o período por completo se torna exaustor, no sentido de que é mais fácil tudo dar errado! Esperamos que ao completar dezoito anos, a maioria dos problemas fiquem presos à lembranças e passem a nos trazer apenas aprendizados, antes nunca conquistados e hoje, demonstração de puro amadurecimento. Mas bem que minha mãe me avisou, que fazer dezoito não significa que nossa fada madrinha surgirá e com um toque de magia, ou pó de pirlimpimpim, tudo fique tão menos complicado (porque fácil, não existe em nosso vocabulário, relacionado a coisas sentimentais).
Então como amenizar um de nossos maiores problemas? A paixão! Não há uma fórmula para escapar dela, nem mesmo para que tudo fique menos difícil, rs. Mas há aqueles métodos, aquelas dicas, entende? É necessário muito empenho, muita dedicação. Um vacilo, uma escorregada, pode pôr tudo a perder.
É preciso que você procure tanto quanto deseja ser procurado. Que você dê tanto quanto deseja receber. Que você ceda tanto quanto aguarda que o outro ceda por você, por vocês. Não se desculpe tanto, não diga que vai melhorar/mudar. Aja! Talvez só falte isso.

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