
Devemos sempre agradecer àqueles que estão conosco em nossos momentos mais chatos, desesperados e angustiantes. São eles que nos aturam, quando na verdade precisavam ser aturados.
Não há verbo que fique menos saboroso de conjugar quando usado com eles, os amigos. Divertir, curtir, brincar, chorar, rir, cantar, dançar, viajar, dormir, comer, brigar, desabafar, desabar, consolar, aconselhar, implicar, zombar, acariciar, relembrar (...)
Muitas vezes não o lembramos do quanto os amamos, do quão importante são e, principalmente, que daríamos nossa vida a eles!
Os amigos não são somente a família escolhida por nós. São nossos reais refúgios, os ombros que mesmo distante, nos manterão firmes e fortes. São o sinônimo da perfeição, recheados de defeitos.
Independente do tipo de amigo a se agradecer, a eles vai-se um único pedido: não me deixe nunca!, porque não se dá para viver sem nossos melhores.
Uma coisa que aprendi a pouco tempo, é que não adianta estar em um lugar que sempre quis ficar, se seus amigos não estarão lá. Portanto, não demore um só segundo para deixar claro àquela sua amiga chaata o quanto você a ama, que você não quer vê-la triste de novo e que estará com ela em tudo, tudo mesmo. Até quando ela se apaixonar por um garoto de nome estranho e falar dele incansavelmente durante meses e mais meses, rs.
Lembre-se: Os amores vêm e vão, mas os amigos verdadeiros, aaah desses você não se livrará nem por um decreto. (ainda bem!)
Enquanto aos outros, os aturo por serem do jeito que são e mesmo que me magoem em alguns momentos, as boas lembranças que criamos juntos tornam-se mais fortes que qualquer outra coisa. Eu os amo!
Obrigada por existirem, obrigaram por serem meus verdadeiros e eternos (L)
Dedicado a: Paulinha Ornelas, @LethMirandela, @MariiGBueno, Kamila Araújo, Daniel Oliveira, Henrique Peixoto, Karol Guerreiro. (entre outros, que apesar da ausência, não os esqueço Keka Moraes, Paloma Lopes e Filipe Andrade)
Carioca, canceriana e vascaína. Em seus 22 anos de vida pouca coisa mudou. Quando nada parece dar certo, recorre à dança ou seus fones de ouvido buscando relaxar e talvez isso a tenha levado até a Educação Física onde, neste semestre, apresentará a monografia. Talvez esteja causando-lhe ansiedade múltipla, talvez seja o medo de não ter pra onde correr, porque sim, cara amiga, você está crescendo e, obrigatoriamente, amadurecendo. Suas crises repentinas de baixa auto estima a presentearam com o desejo incansável de fotografar e assim ela o faz tentando reproduzir tudo o que seus olhos enxergam por aí. Escrever em meio disso tudo é um hobby que ela não pensa em abandonar, jamais.
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