26 fevereiro 2013
30 dias após
Lembrei da gente junto...
Da gente se imaginando junto, sonhando junto.
Imaginei nosso futuro e sorri no final!
Lembrei da forma como você me olhava e do quanto eu amava te olhar de volta.
Imaginei a gente olhando em volta e não vendo nada.
Lembrei de tanta coisa, boa ou não, mas de não foram poucas.
A imaginação foi tanta nesses anos, contudo nunca seriam tão boas quanto as lembranças.
Sentia falta de escrever assim, de sentir-me assim e de sentir essa sua falta.
Mas é uma saudade tão boa que eu até gosto de sentir e não a mataria, não é necessário.
Não é necessário estragar toda a memória positiva criada em um tempo longo quando vivido e curto quando relembrado.
A gente não só tinha tudo pra dar certo, como de fato demos.
Podemos ter nos encontrado em momento divergente, na hora errada.
E no futuro eu me transformasse em um erro para você.
Mas demos certo, muito certo.
Pode não fazer sentido algum, mas sentimento não tem explicação.
Principalmente depois de um ataque de ira comparar amores e paixões.
Magoar um pouco mais, talvez.
Eu prefiro manter essas boas lembranças e deixar que a imaginação nos acompanhe adiante.
Deixando-nos com pulga atrás da orelha em "como teria sido se...".
Independente disso, posso dissertar de olhos fechados sobre
Aquele que, sem sombra de dúvidas,
Foi exatamente o que eu precisei durante quase três anos da minha vida
(Aliás foram os melhores anos)
A minha medida certa, quem eu sempre desejei
A única pessoa que me imaginei tendo um futuro!
Obrigada por ter sido e ser o melhor,
Obrigada por ter sido sempre VOCÊ!
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Carioca, canceriana e vascaína. Em seus 22 anos de vida pouca coisa mudou. Quando nada parece dar certo, recorre à dança ou seus fones de ouvido buscando relaxar e talvez isso a tenha levado até a Educação Física onde, neste semestre, apresentará a monografia. Talvez esteja causando-lhe ansiedade múltipla, talvez seja o medo de não ter pra onde correr, porque sim, cara amiga, você está crescendo e, obrigatoriamente, amadurecendo. Suas crises repentinas de baixa auto estima a presentearam com o desejo incansável de fotografar e assim ela o faz tentando reproduzir tudo o que seus olhos enxergam por aí. Escrever em meio disso tudo é um hobby que ela não pensa em abandonar, jamais.
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