Como coisas tão dispensáveis e antigas, conseguem bagunçar todo o nosso presente? Obviamente que se tais coisas atrapalham o agora, é porque nós deixamos que a coisa chegue nesse ponto. Mas como prevenir? Será que tem como?
Parece que nada mais dará certo, que aquela "vírgula" SEMPRE vai te cutucar como um espinho preso na sola do pé e quanto mais você anda, mais aquilo entra e te machuca, mas fica difícil de você conseguir tirar e pode ser que aquilo nunca saia de lá, nunca deixe de te encomodar. Essa merda no seu pé pode ser chamada também de "ex", namorado ou namorada, tanto faz. O fato é que se você não resolver esta bosta a tempo, nenhum relacionamento a seguir terá um rumo próspero e sadio sem que esse espinho te azucrine uma, duas ou até bilhões de vezes.
Contudo, também creio que novamente eu não ando fazendo nada certo. Sei lá. Estou me esgoelando e nada, a retribuição não vem à tona, não vem como eu espero ou imaginei que viesse. Tem horas que dá uma baita vontade de jogar tudo pro alto, mas o medo, a insegurança e até mesmo a rotina que foi criada acaba impedindo tal infantilidade.
Sou adepta a novidades. Adoro mudanças. Odeio monotonia. Arrrrrgh! Quem não gosta de ser reconhecido pelo que tem feito de bom? ADOGO! Mas eu era mais reconhecida quando menos fazia, onde está então o problema? Tem muita coisa me irritando, mas não irei salvar o mundo se eu quiser consertá-las, há coisas mais importantes a serem feitas, deixarei meu egoísmo de lado (mais uma vez!). Por um momento, volto a criar coragem de seguir em frente e seja o que Deus quiser, mas perdoe-me dizer, não está bom ainda o suficiente e tenho tido umas certezas incertas do que estou fazendo e me metendo, talvez não seja das melhores escolhas, mas tem me feito um bem imenso, não tem como não assumir. Gosto de encurtar as coisas, os problemas e a vida, principalmente. Se sabemos que não terá um final certo, porque levar a frente? Se temos a convicção de que é o outro que ainda nos agrada, pra que permanecer nisso? - Quer saber? De nada eu sei e isso é até bom, mas que me confundo um bocado, ahhh me confundo.
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Carioca, canceriana e vascaína. Em seus 22 anos de vida pouca coisa mudou. Quando nada parece dar certo, recorre à dança ou seus fones de ouvido buscando relaxar e talvez isso a tenha levado até a Educação Física onde, neste semestre, apresentará a monografia. Talvez esteja causando-lhe ansiedade múltipla, talvez seja o medo de não ter pra onde correr, porque sim, cara amiga, você está crescendo e, obrigatoriamente, amadurecendo. Suas crises repentinas de baixa auto estima a presentearam com o desejo incansável de fotografar e assim ela o faz tentando reproduzir tudo o que seus olhos enxergam por aí. Escrever em meio disso tudo é um hobby que ela não pensa em abandonar, jamais.
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