É estranho se olhar de fora, com um outro foco em vista e se deparar com alguém tão diferente tomado em seu corpo. Mudar a percepção, restringir o pensamento naquela imagem cultivada por tanto tempo para hoje procurar por esse personagem e ver que ele não está mais ali. Se tornar alguém egoísta, individualista na verdade, e pôr a culpa no que viveu não é mais desculpa. Cabe a nós, vestir a camisa projetada e empinar o queixo como se apontasse algo bem em frente, no alto. Entretanto dá uma vontade imensa de levar mundo à fora esse novo ser que mal viveu como devia, porém inumeráveis outras coisas não suportariam o ver vivendo tanto, tão intensamente, com a cabeça no lugar que jamais esteve. Cabe agora aceitar o fato de que viver dentro desse corpo te faz seguir regras que antes desconhecia.
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Carioca, canceriana e vascaína. Em seus 22 anos de vida pouca coisa mudou. Quando nada parece dar certo, recorre à dança ou seus fones de ouvido buscando relaxar e talvez isso a tenha levado até a Educação Física onde, neste semestre, apresentará a monografia. Talvez esteja causando-lhe ansiedade múltipla, talvez seja o medo de não ter pra onde correr, porque sim, cara amiga, você está crescendo e, obrigatoriamente, amadurecendo. Suas crises repentinas de baixa auto estima a presentearam com o desejo incansável de fotografar e assim ela o faz tentando reproduzir tudo o que seus olhos enxergam por aí. Escrever em meio disso tudo é um hobby que ela não pensa em abandonar, jamais.
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